Como encontrar a startup ideal para a minha empresa?

Não vamos mentir: o relacionamento entre dinossauros e unicórnios não é fácil de acontecer. Quando grandes empresas e startups decidem colaborar para co-criar soluções, pode acontecer de um dos lados sair frustrado. E a culpa está longe de ser da inovação aberta, mas sim da busca e seleção do melhor parceiro para aquele negócio.

Por isso mesmo, hoje o mercado conta com diversos modelos de negócio que ajudam a resolver a questão. O truque é, então, encontrar o melhor para a sua empresa. Aqui, vamos explanar um pouco sobre cada um deles para te ajudar a tomar essa decisão:

Aceleradoras

São programas e ferramentas que visam acelerar parte do ciclo de vida de uma startup, ou seja, ligar A a B de forma mais rápida e efetiva. Geralmente, estes modelos envolvem mentoria, capacitação e até investimento societário nas startups escolhidas através de processos anuais ou semestrais. Grandes empresas podem apostar de diversas formas, em especial como investidoras ou clientes, e usualmente participam do processo de aproximação com as startups ativamente. Alguns exemplos são ACE, Baita e Wayra.

Incubadoras

Muito semelhante às aceleradoras, aqui a diferença é que as startups ficam presencialmente no espaço da incubadora – daí vem o nome -, e são, em geral, mais embrionárias, fruto de projetos universitários ou científicos. Aqui a prática mais comum é de grandes empresas financiarem o protótipo da startup, e então, quando ela “encorpar”, ter a opção de compra. Alguns exemplos são a Cietec e a Samsung Next.
Um formato parecido são os Labs, quase como uma incubadora própria da grande empresa, onde empreendedores testam seus produtos com acesso e amparo de maquinarias, tecnologia e pessoal da corporação.

 

 

Coworkings/Hubs

Com novos escritórios abrindo a cada semana no Brasil, este modelo tem feito bastante sucesso. Grandes empresas conseguem assimilar o ambiente de startups ao dividir o espaço inovador, colocando equipes alocadas em coworkings e/ou trazendo startups para áreas de seu escritório (hubs), na esperança de contagiar o clima com suas ideias. Há também a possibilidade de investir em espaços de convivência como o Cubo ou o Google Campus.

 

Olheiros

Algumas empresas optam por não estruturar excessivamente o investimento em inovação aberta e por isso contratam olheiros para visitar ecossistemas de empreendedorismo e reportar boas oportunidades de negócio.

Matchmaking

Mesmo investindo em estrutura ou pessoal especializado, algumas empresas chegaram à conclusão que a inovação aberta precisa virar parte do DNA da companhia, onde cada colaborador performa sua busca de acordo com os desafios que enfrenta em seu dia-a-dia e então conhecendo pessoalmente aquelas startups que mais se interessar. O 100 Open Startups faz esse matchmaking através de seu aplicativo (disponível para IOS, Android e Web) e eventos presenciais. Os executivos da empresa se cadastram como avaliadores e são apresentados todos os dias com startups que atendem às suas demandas. As mais atraentes na opinião do mercado corporativo são convidadas para a Oiweek, o principal evento de inovação aberta do mundo, para ter reuniões individuais de 20 minutos com seus matches. Além disso, as startups que mais fecharem contratos com grandes empresas figuram anualmente no Ranking 100 Open Startups Brasil.
Atualmente, mais de 70 grandes empresas estão apostando neste formato de conexão. Se interessou? Entre em contato e agende uma call.

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