Fhinck é TOP2 do Ranking 100 Open Startups 2018!

1 mês desde que o Ranking 100 Open Startups foi anunciado e todo mundo quer saber: Quem, afinal, é a Fhinck?

A nossa brilhante TOP2 despensa explicações, é verdade. Afinal de contas, que empresa não está em busca de produtividade? Porque é isso mesmo que a Fhinck faz, usa de tecnologia de ponta em inteligência artificial para monitorar processos de backoffice e encontrar a melhor oportunidade de aumento de produtividade na cadeia.

Mesmo com uma solução tão robusta e necessária, Paulo Castello, CEO e fundador da Fhinck, explica que a jornada a caminho do prêmio não foi fácil. “As grandes empresas levam muito tempo para tomar decisão, passam por muitos departamentos, onde os processos foram desenhados para contratação de grandes fornecedores e não para experimentar inovação com velocidade, que tem risco inerente ao processo. Isso é uma grande barreira para a entrada de startups”, disse. Provas de conceito gratuitas, 3 anos de balanço financeiro, Business Continuity Plan e certificações ISO são alguns dos exemplos que deu de exigências comuns no relacionamento com multinacionais que se tornam impeditivos para algumas startups.

A dica, segundo ele, é de encontrar empresas “Startup Friendly”, ou seja, aquelas que estão cientes da velocidade de inovação e onde os C-levels levam este relacionamento com startups como missão. ” Nesses casos, mesmo que essas empresas tenham processos e cultura ainda não compatível com a velocidade de uma startup, essas empresas possuem um executivo sênior que patrocina e assume risco durante a contratação, criando naturalmente pipelines mais rápidos”, conta.

Encontrá-las pode não ser tão difícil como se imagina. Paulo diz que as patrocinadoras do 100 Open Startups são bons exemplos, em especial aquelas que figuram do Ranking 50 Open Corps, além daquelas que participam de eventos e discussões sobre o tema. “Nessas empresas, se trabalha a 4 mãos, elas já possuem mindsets excelentes para trabalhar com startups”, opina.

Sobre as chamadas “dores de crescimento” do último ano, Paulo conta que o maior aprendizado da Fhinck foi em relação à importância da equipe: “Todos os Fhinckers são sócios e co-fundadores. Todos somos donos da empresa, não temos cultura de funcionário”. Ainda sobre equipe, foi necessário aprender a diferença entre “will” e “skill”. É dada prioridade para o perfil comportamental em detrimento da habilidade de execução. Além disso, todos os Fhinckers sabem programar, o que facilita – e muito! – a comunicação, mas Paulo afirma que são todos agnósticos a tecnologia, estando dispostos a mudar a linguagem assim que necessário: “É mais importante a nossa capacidade de adaptação a novas tecnologias do que a expertise por si só”.

Dentre os desafios para os próximos meses, Paulo é ambicioso: “Queremos ser como um Whatsapp ou Instagram, que conseguiram atender o mundo inteiro com menos de 50 profissionais”. Seu objetivo é criar uma estrutura de escala que permita o atendimento global por poucos, mas excepcionais.

Perguntado sobre os cases mais legais de conexão com grandes empresas, o fundador dividiu momentos em que o cliente teve ideias fantásticas de como aplicar a solução. O primeiro caso foi da Atento, que por conhecer o potencial de extração de dados a partir de comportamentos de navegação da Fhinck, propôs utilizar a solução para controle de fraude. Em um teste de 4 dias, descobriram que a proposição realmente dava certo e estão desde então internacionalizando o algorítimo.

O segundo caso interessante é da Piracanjuba. Analisando o volume de ações de copiar e colar realizada pelos usuários, a gigante conseguiu ter um mapa automático de quais atividades possuíam maior ROI para instalação de robôs de automatização. Tudo isso, usando tecnologia Fhinck.

Para finalizar, temos a Accenture, TOP1 Open Corp do Ranking 100 Open Startups. Dessa vez, a Fhinck foi produto de uma consultoria, onde o objetivo era redesenhar telas do SAP do cliente, pois cada segundo perdido em tela representava milhões de gatos no final do ano. O mapeamento mostrou quantas telas eram realmente utilizadas no módulo (250 versus as 17 mapeadas manualmente), heatmap, movimentação entre telas e até mesmo distância entre os cliques.

Não é à toa que hoje são mais de 35 empresas usando a Fhinck em seus processos.

Veja o pitch do Paulo Castello durante o evento de lançamento do Ranking 100 Open Startups na íntegra:

Sobre a experiência de participar do programa 100 Open Startups, Paulo foi enfático: “Desde que participamos a primeira vez na Oiweek ficamos impressionados com a organização, com a expertise dos organizadores, com o foco em matchmaking e geração de negócios. A metodologia do ranking é super justa dando pontos baseado em geração de negócios e relacionamento entre startups e empresas”.

Solicite seu match com a Fhinck na plataforma 100 Open Startups e saiba mais sobre a segunda startup mais atraente na opinião do mercado corporativo: https://openstartups.net/ranking

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