3 em 1: Qual foi a motivação para a sua organização aderir ao programa Ciência sem Fronteiras?

 Fabio Aidar
Diretor de Educação Corporativa da Abdib

“A Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib) é uma associação que reúne todos os setores da infraestrutura. Sabemos que o Brasil tem uma demanda enorme de investimento e de novas tecnologias em todos os setores de infraestrutura para proporcionar o desenvolvimento sustentável. A Abdib aceitou o desafio do governo federal e é agora responsável por conseguir 5 mil bolsas para profissionais dos setores de petróleo, gás, telecomunicações, energia e transporte. O nosso objetivo é que, na volta, esses bolsistas possam continuar o seu trabalho dentro das empresas que participaram ou buscar novos trabalhos relacionados, gerando uma articulação importante. Nunca houve uma interação tão grande com as universidades – temos um grupo de 30 empresas que estão elaborando um modelo de trabalho de modo altamente inovador. Para mim, o Ciência sem Fronteiras é vital e precisa se transformar em um processo permanente e continuado”.

 Mario Sergio Vasconcelos 
Diretor de Relações Institucionais da Febraban

“A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) está participando com 6,5 mil bolsas no Programa Ciência sem Fronteiras, o que representa um investimento de US$ 180,8 milhões ao longo dos próximos quatro anos, sendo 10% destinados ao primeiro ano e o restante dividido até 2015. O programa é extremamente importante na medida em que supre uma carência de profissionais altamente qualificados nas áreas de engenharia e tecnologia. Além de agregar diversos profissionais dessas áreas em seus quadros, os grupos financeiros liderados pelos bancos são compostos por seguradoras e empresas de tecnologia, por exemplo. Tendo essa visão e o fato de atuarem em vários setores da economia nacional, as áreas de interesse, além das engenharias, podem ser: ciências da computação, produção agrícola sustentável, energias renováveis, tecnologias de prevenção e de mitigação de desastres naturais, petróleo, gás e carvão natural, e engenharias construtivas. As áreas de Recursos Humanos dos bancos estão avaliando as alternativas de modo a incluir o Programa Ciência sem Fronteiras nas políticas de valorização e qualificação de suas equipes para os próximos quatro anos, que é o período do programa”.

 Chang Kyun Han 
Presidente da Hyundai Motor Brasil

“A Hyundai vai apoiar o Programa Ciência sem Fronteiras com o objetivo promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira. Temos entre nossos valores o apoio a projetos de responsabilidade social, com iniciativas em diversos países e uma das nossas metas é fortalecer a gestão da sustentabilidade empresarial no Brasil. Com esse acordo, os alunos de graduação e pós-graduação que se inscreverem e forem aprovados pelo Programa Ciência sem Fronteiras terão a oportunidade de estagiar na Coreia do Sul, com bolsas de estudo que serão subsidiadas pela Hyundai para o CAPES e CNPq”.

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